Como poucos sabem, o MEC decidiu fechar até o final do ano o Instituto Benjamin Constant, uma Escola de Ensino Regular Especializada na Educação de Cegos, com turmas que vão desde a Estimulação Precoce até o 9º ano (antiga 8ª série) do Ensino Fundamental, e com atendimento especializado realizado com os reabilitandos (videntes - pessoas que enxergam - que ficaram cegos por alguma razão).
O fato saiu no jornal O Globo inclusive, mas não chegou a ser a grande notícia da semana, pois poucos sabem o significado da instituição para o país. Não somente querem fechá-lo, mas também ao INES (para surdos) e ir aos poucos acabando com as escolas especializadas em educação especial, qualquer que seja a necessidade.
Em nosso país o sistema de ensino não consegue suprir as necessidades dos alunos regulares, quem dirá dos especiais. Cansamos de ver escolas com falta de material, falta de professores e que carecem de meios para que se tenha controle dos alunos e lhes ensinem valores morais já esquecidos na sociedade atual, e ainda entra em cena o "bullying" (palavra tão usada ultimamente) que emerge desta impotência moral iniciada no ambiente escolar.
No Instituto, as crianças se sentem parte de um todo, não sofrem preconceitos mas saem de lá prontas para enfrentá-los, prontos para enfrentar nosso mundo de videntes egoístas. Lá elas aprendem a andar sem cair ou bater em objetos, aprendem a comer, têm esportes específicos, desde pequeninos são estimulados. Alguns dos alunos inclusive passam a semana no Instituto, são alunos internos do Benjamin constant. Alguns alunos são Internos porque os pais não têm condições de levar e buscar, seja por dificuldades financeiras ou de trabalho (as aulas são em tempo integral). Com cuidadores para auxiliá-los a semana toda, dormitórios estruturados, refeições bem preparadas pelas "tias da cozinha" e elaboradas por nutricionistas.
Algumas crianças só têm na vida o Instituto. Posso parecer que estou exagerando, mas não é. A maioria das crianças não são somente cegas, algumas têm doenças degenerativas , ou seja, a doença vai piorando a um estado...que...enfim. No IBC é onde elas são aceitas e têm assistência de profissionais capacitados. Só tentar descrever pelo e-mail é complicado, aconselho que tirem um dia e visitem o Instituto. Estar presente e até mesmo fazer trabalho voluntário lá pode mudar o jeito que temos de ver a vida, e com sorte nos tornar pessoas melhores.
Essa luta não é por mim. É uma luta EXTREMAMENTE pelos alunos, pelo próximo!
Geralmente só percebemos diferentes situações fora de nosso círculo social quando nos afeta de alguma maneira. Quem tem alguém especial por perto sabe das dificuldades que enfrentamos, bate de frente com o preconceito, a desigualdade e o descaso que cai sobre eles.
Meu principal objetivo com este e-mail é conscientizar as pessoas, principalmente os cariocas, da importância desse centro de referência para cegos de todo o Brasil. E é um motivo de orgulho para nós termos tal instituição que capacita tão bem seus alunos. Vamos lutar contra esse absurdo de fechar o IBC! Se quiser colaborar, agradecemos muito!
Abaixo assinado: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N8365
Vamos repassar essa corrente de luta e amor ao próximo, por isso imploro para que repasse, por favor, para TODOS os seus contatos essa mensagem!
O Instituto Benjamin Constant fica na Av. Pasteur - Urca (Próximo a Botafogo, na calçada do campus Praia Vermelha da UFRJ e Unirio) caso queira conhecer.
e o site: http://www.ibc.gov.br/
Te esperamos lá!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Weibe Tapeba
A Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará - SDA em parceria com a FUNAI, através da Coordenação Regional de Fortaleza, realizará no próximo dia 13/06/2011, na Escola Indígena Tapeba da Aldeia Trilho, T.I Tapeba em Caucaia a Oficina sobre o Programa São José III, na perspectiva de assistir as comunidades e povos indígenas do Ceará. O encontro contará com a presença de 50 representantes de todos os povos indígenas do Estado do Ceará.
Segue em anexo a programação do evento.
Atenciosamente,
Weibe Tapeba
Assistente Técnico da FUNAI/CR-Fortaleza
*******************Este é um canal de informação e discussão sobre a temática indígena no Ceará, do qual participam lideranças indígenas, representantes de entidades indigenistas, ativistas e estudiosos de várias disciplinas.
Segue em anexo a programação do evento.
Atenciosamente,
Weibe Tapeba
Assistente Técnico da FUNAI/CR-Fortaleza
*******************Este é um canal de informação e discussão sobre a temática indígena no Ceará, do qual participam lideranças indígenas, representantes de entidades indigenistas, ativistas e estudiosos de várias disciplinas.
domingo, 5 de junho de 2011
Enc: Sentença Extração Mineral - Terra Indígena Tapeba
Olá a todos.
Fico perplexo com a inexistência de medidas consistentes que visem coibir ações degradantes no interior das Terras Indígenas no Ceará. Em anexo, vai a sentença expedida pela 5ª Região do Tribunal de Justiça de Recife, suspendendo e proibindo toda e qualquer ação de extração de recursos minerais na Terra Indígena Tapeba, baseada no processo que tinha como réu os proprietários das Cerâmicas Campo Grande e Marbosa, localizadas no entorno da T.I Tapeba no município de Caucaia. A decisão, foi motivada por inúmeras denúncias apresentadas pela comunidade Tapeba há pelo menos 6 anos, gerando diversos Prossessos Administrativos no âmbito do Ministério Público Federal e uma Ação Civil Pública também do MPF. O fato é que mesmo após sentença expedida e logo após o término da frente chuvosa em nosso estado, os proprietários da Cerâmica Marbosa e Campo Grande continuam procedendo a retirada de barro para confecção de tijolos nessa mesma área, vistoriada anteiormente pelo IBAMA, DNPM, FUNAI e MPF. O descumprimento dessa Decisão Judicial é uma afronta ao povo Tapeba e ao Estado de Direito. Desafiando a todas as instituições do Estado Brasileiro e a sociedade cearense a lutar por seus interesse e ideais. Diante disso, gostaria de contar com o apoio de todos, para coibirmos essas ações. Para isso, gostaríamos que a imprensa cearense fôsse mobilizada (plano A) até o local, para cobir essa ação. Vale ressaltar que tanto a FUNAI como MPF foram devidamente informados do que está acontecendo, e que, caso não consigamos solucionar esse impasse pelas vias ditas legais, estaremos nos próximos dias realizando ações internas (plano B), que gerem efeitos imediatos de paralização desses danos ambientais. Por isso, solicito que fiquem apostos para uma possível convocação a fim de executarmos tal plano ´´A``.
----- Mensagem encaminhada ----
De: Sérgio Góes Telles Brissac
Para: Weibe@yahoo.com
Enviadas: Terça-feira, 17 de Agosto de 2010 10:01:19
Assunto: Sentença Extração Mineral
Olá, Weibe!
A sentença segue em anexo.
Abs, Sérgio
____________________________________________________
Sérgio Brissac
Analista de Antropologia / Perito - MPF
Doutor em Antropologia Social - Museu Nacional - UFRJ
Procuradoria da República no Estado do Ceará
R. João Brígido 1260
Joaquim Távora
60135-080 Fortaleza CE
tel. (85) 3266-7313 cel. (85) 8703-2435
______________________________________________________
Fico perplexo com a inexistência de medidas consistentes que visem coibir ações degradantes no interior das Terras Indígenas no Ceará. Em anexo, vai a sentença expedida pela 5ª Região do Tribunal de Justiça de Recife, suspendendo e proibindo toda e qualquer ação de extração de recursos minerais na Terra Indígena Tapeba, baseada no processo que tinha como réu os proprietários das Cerâmicas Campo Grande e Marbosa, localizadas no entorno da T.I Tapeba no município de Caucaia. A decisão, foi motivada por inúmeras denúncias apresentadas pela comunidade Tapeba há pelo menos 6 anos, gerando diversos Prossessos Administrativos no âmbito do Ministério Público Federal e uma Ação Civil Pública também do MPF. O fato é que mesmo após sentença expedida e logo após o término da frente chuvosa em nosso estado, os proprietários da Cerâmica Marbosa e Campo Grande continuam procedendo a retirada de barro para confecção de tijolos nessa mesma área, vistoriada anteiormente pelo IBAMA, DNPM, FUNAI e MPF. O descumprimento dessa Decisão Judicial é uma afronta ao povo Tapeba e ao Estado de Direito. Desafiando a todas as instituições do Estado Brasileiro e a sociedade cearense a lutar por seus interesse e ideais. Diante disso, gostaria de contar com o apoio de todos, para coibirmos essas ações. Para isso, gostaríamos que a imprensa cearense fôsse mobilizada (plano A) até o local, para cobir essa ação. Vale ressaltar que tanto a FUNAI como MPF foram devidamente informados do que está acontecendo, e que, caso não consigamos solucionar esse impasse pelas vias ditas legais, estaremos nos próximos dias realizando ações internas (plano B), que gerem efeitos imediatos de paralização desses danos ambientais. Por isso, solicito que fiquem apostos para uma possível convocação a fim de executarmos tal plano ´´A``.
----- Mensagem encaminhada ----
De: Sérgio Góes Telles Brissac
Para: Weibe@yahoo.com
Enviadas: Terça-feira, 17 de Agosto de 2010 10:01:19
Assunto: Sentença Extração Mineral
Olá, Weibe!
A sentença segue em anexo.
Abs, Sérgio
____________________________________________________
Sérgio Brissac
Analista de Antropologia / Perito - MPF
Doutor em Antropologia Social - Museu Nacional - UFRJ
Procuradoria da República no Estado do Ceará
R. João Brígido 1260
Joaquim Távora
60135-080 Fortaleza CE
tel. (85) 3266-7313 cel. (85) 8703-2435
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Seminário de Implantação do Território Potyrõ (Ceará e Piauí)
Caros parentes e parceiros do Movimento Indígena Cearense. Nos dias 20 e 21 de Julho (terça e quarta-feira próxima) estaremos realizando o Seminário de Pactuação e Implantação do Território Potyrõ (Ceará e Piauí). Esse território é parte integrante da política Nacional de Territórios Etnoeducacionais, instituída pelo Governo Federal sob a coordenação do MEC. Essa política foi discutida no âmbito das Conferências Regionais e na Etapa Nacional da Conferencia Nacional de Educação Escolar Indígena. O Seminário, contará com representantes do MEC, FUNAI, SEDUC, SEMEC´s, CEC, Universidades e demais instituições,
Entidades Indigenistas e Organizações Indígenas. Tal seminário, deverá ocorrer na Universidade Federal do Ceará. Estamos definindo se será no Campus do Pici ou no Departamento de Humanidades. Estamos com a expectativa de reunir pelo menos 140 indígenas. Para enriquecimento dessa discussão, aguardaos a confirmação da participação das entidades que têm atuação na área da Educação escoar Indígena.
Saudações Indígenas,
Weibe Tapeba
Maiores Informções: 8851 1380, ou então mandar e-mail para esse mesmo endereço.
Entidades Indigenistas e Organizações Indígenas. Tal seminário, deverá ocorrer na Universidade Federal do Ceará. Estamos definindo se será no Campus do Pici ou no Departamento de Humanidades. Estamos com a expectativa de reunir pelo menos 140 indígenas. Para enriquecimento dessa discussão, aguardaos a confirmação da participação das entidades que têm atuação na área da Educação escoar Indígena.
Saudações Indígenas,
Weibe Tapeba
Maiores Informções: 8851 1380, ou então mandar e-mail para esse mesmo endereço.
Esta orientação vale até o final do período eleitoral.
A partir do dia 03.07, sábado próximo, terá início o período eleitoral, quando, por determinação do TSE, não mais poderão estar acessíveis ao público quaisquer suportes utilizados como meios de divulgação que possuam a logomarca do Governo Federal "Brasil um País de Todos". Com isso, pedimos que, até esta quinta-feira, dia 1º de julho, sejam retirados de seus blogs e sítios da internet materiais que contenham o teor acima citado (inclusive matérias). Placas e peças gráficas impressas que possuam a logomarca do governo federal deverão ser cobertas com uma tarja branca ou retiradas do local exposto.
Segue em anexo documento com outras orientações para comunicação no período eleitoral, o qual deverá guiar nossas ações durante o mesmo.
É importante destacar que o descumprimento de qualquer uma das orientações constantes deste documento (elaborado a partir de informações colhidas junto à SECOM-PR e ao TSE) compreenderá em responsabilizar diretamente o MinC pela infração da legislação eleitoral brasileira.
Colocamo-nos à disposição para mais informações e/ou dúvidas que se fizerem necessárias.
Atenciosamente,
Comunicação
Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural
Ministério da Cultura
61 2024 2379
identidadecultural@cultura.gov.br
www.cultura.gov.br/diversidade
Segue em anexo documento com outras orientações para comunicação no período eleitoral, o qual deverá guiar nossas ações durante o mesmo.
É importante destacar que o descumprimento de qualquer uma das orientações constantes deste documento (elaborado a partir de informações colhidas junto à SECOM-PR e ao TSE) compreenderá em responsabilizar diretamente o MinC pela infração da legislação eleitoral brasileira.
Colocamo-nos à disposição para mais informações e/ou dúvidas que se fizerem necessárias.
Atenciosamente,
Comunicação
Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural
Ministério da Cultura
61 2024 2379
identidadecultural@cultura.gov.br
www.cultura.gov.br/diversidade
Segue matéria publicada no site da Semace, de acordo com a nossa reunião.
Componente indígena será considerado para licenciamento
Considerar o componente indígena nos procedimentos de licenciamento ambiental. Essa é a proposta que Fundação Nacional do Índio (Funai) sugere à Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). O objetivo é diagnosticar, mitigar ou compensar os impactos observados para povos indígenas locais devido a instalação de novos empreendimentos no Ceará. O assunto foi pauta de reunião realizada entre Semace e Funai no último dia 29.
Durante o encontro, que aconteceu na sede da Superintendência, a Fundação apresentou um mapa com as terras que passam por processo de regularização fundiária indígena no Estado. Foi solicitado à Semace que os empreendimentos, que venham a se instalar nos dez municípios listados, consultem a Funai com antecedência sobre a realização de estudos antropológicos. Com isso, espera-se evitar futuros transtornos com a população das localidades.
Para tanto, a Funai se comprometeu a enviar ofício à Semace descrevendo a legislação indigenista e solicitando a inclusão do componente indígena no licenciamento ambiental. A partir do recebimento deste documento, a superintendência formulará portaria instruindo os empreendedores a procurar anuência da Funai antes de dar entrada no processo de licenciamento.
Para ver o mapa das localidades que passam processo de regularização fundiária indígena CLIQUE AQUI ou no banner nº 6 na parte inferior esquerda do site da Semace.
Histórico
Este é o segundo encontro que a Semace tem com a Funai este ano para discutir a inserção do componente indígena nos procedimentos de licenciamento ambiental. O primeiro aconteceu em maio, por ocasião de seminário da Comissão Nacional de Política Indigenista, realizado em Fortaleza. Na ocasião, estiveram presentes representantes de povos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí, além da representação da Fundação Nacional do Índio (Funai). A Semace foi o único órgão ambiental presente no evento.
Municípios passíveis de anuência da Funai para licenciamento:
Caucaia, São Gonçalo do Amarante , Acaraú, Itarema , Aquiraz , Monsenhor Tabosa, Tamboril , Maracanaú, Pacatuba , Itapipoca
Saiba mais:
Fundação Nacional do Índio – Funai
Endereço: SEPS Quadra 702/902 Projeção A, Ed. Lex 70.390-025 - Brasília/DF
Coordenação Geral de Gestão Ambiental – CGGAM
Telefone: (61) 61 3313-3652
Coordenação de Acompanhamento de Licenciamento Ambiental - CALIC
Telefone: (61) 61 3313-3985
Escritório da Funai em Fortaleza
Telefone: 85 3223-5493
Considerar o componente indígena nos procedimentos de licenciamento ambiental. Essa é a proposta que Fundação Nacional do Índio (Funai) sugere à Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). O objetivo é diagnosticar, mitigar ou compensar os impactos observados para povos indígenas locais devido a instalação de novos empreendimentos no Ceará. O assunto foi pauta de reunião realizada entre Semace e Funai no último dia 29.
Durante o encontro, que aconteceu na sede da Superintendência, a Fundação apresentou um mapa com as terras que passam por processo de regularização fundiária indígena no Estado. Foi solicitado à Semace que os empreendimentos, que venham a se instalar nos dez municípios listados, consultem a Funai com antecedência sobre a realização de estudos antropológicos. Com isso, espera-se evitar futuros transtornos com a população das localidades.
Para tanto, a Funai se comprometeu a enviar ofício à Semace descrevendo a legislação indigenista e solicitando a inclusão do componente indígena no licenciamento ambiental. A partir do recebimento deste documento, a superintendência formulará portaria instruindo os empreendedores a procurar anuência da Funai antes de dar entrada no processo de licenciamento.
Para ver o mapa das localidades que passam processo de regularização fundiária indígena CLIQUE AQUI ou no banner nº 6 na parte inferior esquerda do site da Semace.
Histórico
Este é o segundo encontro que a Semace tem com a Funai este ano para discutir a inserção do componente indígena nos procedimentos de licenciamento ambiental. O primeiro aconteceu em maio, por ocasião de seminário da Comissão Nacional de Política Indigenista, realizado em Fortaleza. Na ocasião, estiveram presentes representantes de povos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí, além da representação da Fundação Nacional do Índio (Funai). A Semace foi o único órgão ambiental presente no evento.
Municípios passíveis de anuência da Funai para licenciamento:
Caucaia, São Gonçalo do Amarante , Acaraú, Itarema , Aquiraz , Monsenhor Tabosa, Tamboril , Maracanaú, Pacatuba , Itapipoca
Saiba mais:
Fundação Nacional do Índio – Funai
Endereço: SEPS Quadra 702/902 Projeção A, Ed. Lex 70.390-025 - Brasília/DF
Coordenação Geral de Gestão Ambiental – CGGAM
Telefone: (61) 61 3313-3652
Coordenação de Acompanhamento de Licenciamento Ambiental - CALIC
Telefone: (61) 61 3313-3985
Escritório da Funai em Fortaleza
Telefone: 85 3223-5493
I Encontro do Fórum Indígena do Ceará
Encaminho mensagem recebida através do Sistema Estadual de Museus do Ceará sobre encontro de um "Fórum Indígena do Ceará", pelo que me parece, articulado institucionalmente pela Secretaria de Cultura do Estado.
Primeiro, muito estranho não contar com nenhum representante das etnias e organizações indígenas locais, nem na mesa de abertura nem em nenhum dos momentos, segundo a programação.
Então gostaria de saber dos co-listantes indígenas (e demais) sobre o processo de diálogo (ou a falta dele) com esta iniciativa, para podermos inclusive pensar numa estratégia para participação no dito evento que, segundo o texto abaixo, tem por objetivo "debater o planejamento das políticas públicas de cultura para os grupos indígenas remanescentes no território cearense, promovendo um debate amplo e aberto entre a sociedade civil e o Estado, e reiterando a garantia dos direitos indígenas, como a defesa e a valorização do seu patrimônio cultural de natureza material e imaterial".
Muito estranha a convocatória, já que em maio de 2009, no seminário "Emergência étnica", foram elaboradas diretrizes para as políticas públicas culturais voltadas para os indígenas no Ceará, com participação de diversos grupos e entidades indígenas e indigenistas, portanto legítimo, tanto à nível governamental (a iniciativa partiu da própria Secult e foi executada pelo Museu do Ceará), quanto do movimento indígena, que participou com vários representantes.
Eles querem propor que isto seja novamente discutido, mas sabemos que já há propostas reais, inclusive para a criação de uma rede de museus indígenas no Ceará, articulando patrimônio cultural, história local e articulação comunitária.
Há menção na leitura e debate de um regimento interno para o dito fórum, então houve participação dos indígenas nesta elaboração???
Seria também uma ótima oportunidade para cobrarmos do poder público estadual a efetivação das propostas do grupo de trabalho indígena que se reuniu naquela oportunidade.
Aguardo pronunciamento dos demais e me disponho a participar amanhã.
Abs a tod@s,
Alexandre Gomes
Primeiro, muito estranho não contar com nenhum representante das etnias e organizações indígenas locais, nem na mesa de abertura nem em nenhum dos momentos, segundo a programação.
Então gostaria de saber dos co-listantes indígenas (e demais) sobre o processo de diálogo (ou a falta dele) com esta iniciativa, para podermos inclusive pensar numa estratégia para participação no dito evento que, segundo o texto abaixo, tem por objetivo "debater o planejamento das políticas públicas de cultura para os grupos indígenas remanescentes no território cearense, promovendo um debate amplo e aberto entre a sociedade civil e o Estado, e reiterando a garantia dos direitos indígenas, como a defesa e a valorização do seu patrimônio cultural de natureza material e imaterial".
Muito estranha a convocatória, já que em maio de 2009, no seminário "Emergência étnica", foram elaboradas diretrizes para as políticas públicas culturais voltadas para os indígenas no Ceará, com participação de diversos grupos e entidades indígenas e indigenistas, portanto legítimo, tanto à nível governamental (a iniciativa partiu da própria Secult e foi executada pelo Museu do Ceará), quanto do movimento indígena, que participou com vários representantes.
Eles querem propor que isto seja novamente discutido, mas sabemos que já há propostas reais, inclusive para a criação de uma rede de museus indígenas no Ceará, articulando patrimônio cultural, história local e articulação comunitária.
Há menção na leitura e debate de um regimento interno para o dito fórum, então houve participação dos indígenas nesta elaboração???
Seria também uma ótima oportunidade para cobrarmos do poder público estadual a efetivação das propostas do grupo de trabalho indígena que se reuniu naquela oportunidade.
Aguardo pronunciamento dos demais e me disponho a participar amanhã.
Abs a tod@s,
Alexandre Gomes
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