quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Enc: 1° Simpósio Indígena sobre Usos da Internet em Comunidades no Brasil‏

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Enc: 1° Simpósio Indígena sobre Usos da Internet em Comunidades no Brasil‏

24/11/2010
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Ricardo Weibe begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting Nascimento Costa

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weibetapeba@yahoo.com.br
Ricardo Weibe Nascimento Costa
weibetapeba@yahoo.com.br
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Para anaind grupos, temince yahoogrupos
De: temince@yahoogrupos.com.br em nome de Ricardo Weibe Nascimento Costa (weibetapeba@yahoo.com.br)
Enviada: quarta-feira, 24 de novembro de 2010 13:13:38
Para: anaind grupos (anaind@yahoogrupos.com.br); temince yahoogrupos (temince@yahoogrupos.com.br)
Encaminhando...
----- Mensagem encaminhada ----
De: nico
Para: Roberto Studart ; Ricardo Weibe begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting Nascimento Costa ; Karoline da Silva Pereira ; Teresa Benassi ; veronecristinadasilva@gmail.com
Enviadas: Domingo, 21 de Novembro de 2010 13:25:10
Assunto: 1° Simpósio Indígena sobre Usos da Internet em Comunidades no Brasil

Amigas e amigos,

Segue abaixo um convite para o 1° Simpósio Indígena sobre Usos da Internet em Comunidades no Brasil, que estamos organizando na USP. Acontecerá nos próximos dias 24, 25 e 26, quarta, quinta e sexta-feira, das 9h às 17h.

Maiores informações estão na página do evento: http://www.usp.br/nhii/simposio/

Os debates também serão transmitidos ao vivo pelo endereço: http://www.usp.br/nhii/simposio/?page_id=15

Abraços,
Nico





Território Etnoeducacional Potyrõ‏

Bom dia,

Nos próximos dias 22 e 23/11/2010 (segunda e terça-feira), o Ministério da Educação - MEC em parceria com a Fundação Nacional do Índio - FUNAI, realizará o Seminário de Pactuação do Território Potyrõ na Aldeia do Trilho, Terra Indígena Tapeba, Caucaia, Ceará.

O seminário contará com participação de lidernaças, professores e gestores das escolas e organizações indígenas.

As instituições e entidades de atuação, apoio e protagonismo na área da Educação Escolar Indígena nos Estados do Ceará e Piauí também estarão participando do referido seminário.


Weibe Tapeba
Membro da Comissão Nacional de Educação escolar Indígena - CNEEI/MEC
Coordenador Geral da Organização dos Professores Indígenas do Ceará - OPRINCE
Assistente Técnico da Coordenação Regional de Fortaleza - FUNAI

Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural‏

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Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural‏




Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural



O Plano Nacional de Cultura (PNC) foi aprovado, por unanimidade, nesta terça-feira (9), na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal e segue agora para sanção presidencial. Depois de sua assinatura, o Ministério da Cultura terá 180 dias para definir metas a atingir na implementação do plano.



Demandado pela sociedade por meio da I e II Conferência Nacional de Cultura e em esforço conjunto entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional, o PNC representa um avanço para a Cultura do país ao definir as diretrizes da política cultural pelos próximos 10 anos.



“A aprovação do Plano Nacional de Cultura é uma vitória muito grande, primeiro, porque institucionaliza os avanços obtidos nos últimos anos pelo governo federal na área da cultura e, depois, porque garante a continuidade das políticas culturais no Brasil”, comemorou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.



A relatora do projeto, senadora Marisa Serrano, afirmou ser necessário ao Legislativo dar continuidade aos projetos em prol da cultura brasileira para que as diretrizes estabelecidas no Plano Nacional sejam eficazes ao marco regulatório do setor: “O PNC servirá como ponto de partida para um conjunto de políticas culturais a serem construídas”.



O que é o Plano Nacional de Cultura?



O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.



As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas.



Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.



Os 13 princípios do PNC

- Liberdade de expressão, criação e fruição

- Diversidade cultural

- Respeito aos direitos humanos

- Direito de todos à arte e à cultura

- Direito à informação, à comunicação e à crítica cultural

- Direito à memória e às tradições

- Responsabilidade socioambiental

- Valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável

- Democratização das instâncias de formulação das políticas culturais

- Responsabilidade dos agentes públicos pela implementação das políticas culturais

- Colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura

- Participação e controle social na formulação e acompanhamento das políticas culturais



Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.


Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão de elaboração seu respectivo plano decenal em até 180 dias. Para isso, contarão com assistência do MinC. O conteúdo será desdobrado, ainda, em planos setoriais.



(Comunicação Social/MinC)

formação educação‏

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Revista Educação Pública

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Para evanirfunai@hotmail.com
De: Revista Educação Pública (educacaopublica@gmail.com)
Enviada: sexta-feira, 26 de novembro de 2010 12:13:54
Para: evanirfunai@hotmail.com
Sempre mostrar conteúdo para educacaopublica@gmail.com

Caro Evanir,

Se você quer informações sobre

Cursos de extensão, visite: http://portal.cederj.edu.br/extensao/

Novas incrições dos cursos de Extenção:
Inscrições: 10 de janeiro a 14 de fevereiro

Atenciosamente
Lourdes

Em 25 de novembro de 2010 15:35, escreveu:

De: evanir (From:evanirfunai@hotmail.com)
Página: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/

como faço minha inscrição no curso de avaliação

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A questão étnico-racial na educação do país

A questão étnico-racial na educação do país
Por racismoambiental, 25/11/2010 09:41
“É preciso considerar quem são os leitores e que efeitos de sentidos, usos e funções serão atribuídos a uma determinada obra literária na atualidade”, escrevem Antonio Carlos C. Ronca, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Francisco Aparecido Cordão, presidente da Câmara de Educação Básica do CNE e Nilma Gomes, relatora do parecer nº 15 da Câmara de Educação Básica do CNE, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 25-11-2010. Eis o artigo.

O Conselho Nacional de Educação (CNE) tem função normativa e é sua atribuição, como órgão de Estado, pronunciar-se sobre temas relativos à educação nacional. A questão étnico-racial é um desses temas.

Recentemente, a Câmara de Educação Básica (CEB) aprovou, por unanimidade, o parecer CNE/CEB nº 15/2010, com orientações quanto às políticas públicas para uma educação antirracista, no qual faz referência ao livro “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato.

O referido parecer foi elaborado a partir de denúncia recebida, e no seu posicionamento apresenta ações e recomendações; dentre estas, reafirma os critérios anteriormente definidos pelo MEC para análise de obras literárias a serem adotadas no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE).

Em nenhum momento a CEB cogitou a hipótese de impor veto a essa obra literária ou a outra similar, impondo qualquer forma de censura, discriminação e segregação, seja com relação a grupos, segmentos e classes sociais, seja com relação às suas distintas formas de livre criação, manifestação e expressão.

O CNE entende que uma sociedade democrática deve proteger o direito de liberdade de expressão e, nesse sentido, não cabe veto à circulação de nenhuma obra literária e artística. Porém, essa mesma sociedade deve também garantir o direito à não discriminação, nos termos constitucionais.

Reconhecendo o importante valor literário da obra de Monteiro Lobato, especificamente do livro “Caçadas de Pedrinho”, mas também sendo coerente com todos os avanços da legislação educacional brasileira, o parecer discute a presença de estereótipos raciais na literatura e apresenta sugestões e orientações ao MEC, à editora e aos que atuam na formação de professores.

Uma dessas orientações é a de que a editora tome o mesmo cuidado em relação à temática étnico-racial como o que já foi adotado em relação à questão ambiental no livro, sugerindo a inclusão, na apresentação, de uma nota de esclarecimento, a fim de contextualizar a obra, sem perder de vista o seu valor literário.

Mais do que focar a análise no autor em si, o que está em questão é colocar em pauta a necessária discussão sobre a temática étnico-racial na educação e sua efetivação como política pública.

O CNE está aberto ao debate. A repercussão do seu posicionamento revela o quanto ainda é preciso falar sobre a questão racial e discutir formas de superação do racismo e o quanto esse é um tema de interesse nacional.

Os receios, as ressalvas e os apoios feitos ao parecer são compreendidos pelo CNE, especialmente no que tange à necessidade de se contextualizar obras clássicas.

Entendemos que, assim como é importante o contexto histórico em que se produziu a obra, tão ou mais importante é o contexto histórico em que se produz a leitura dessa obra. É preciso considerar quem são os leitores e que efeitos de sentidos, usos e funções serão atribuídos a determinada obra na atualidade. A obra permanece, mas os leitores e a sociedade mudam.

É em função desse novo contexto que cabe, sim, interrogar em que condições a sociedade e, sobretudo, a escola lerão obras produzidas em momentos nos quais pouco se questionava o preconceito racial e o racismo. O propósito central do parecer e do CNE é, portanto, pautar a questão étnico-racial como tema relevante da educação nacional.

Maria Helena Sousa da Silva Fialho....Nota da RCA sobre a exoneração da Chefe de Educação da Funai

Maria Helena Sousa da Silva Fialho
E-mail: mariahelena@funai.gov.br
SRTVS 702/902 - Bloco A
Ed. LEX 3º Andar - Sala 329 - CEP: 76.340-904
(61) 3313-3525/3711/3647 - Fax: 3313 3526



Os membros da Rede de Cooperação Alternativa – RCA Brasil vem a público lamentar a exoneração da educadora Maria Helena de Souza Fialho do cargo de Chefe do Departamento de Educação da Funai, publicada no Diário Oficial da União do último dia 03 de dezembro, em pleno apagar das luzes do governo Lula e em que nada ainda se sabe sobre a transição de comando na Funai.

Maria Helena Fialho conquistou, ao longo dos 10 anos de sua gestão a frente do Departamento de Educação da Funai, o respeito e o reconhecimento daqueles que acompanham as ações de educação escolar indígena no país por sua seriedade, compromisso e dedicação à melhoria da política educacional dirigida às comunidades indígenas. Interlocutora presente e atuante neste cenário, contribuiu ativamente para que inúmeras comunidades indígenas buscassem o cumprimento de seus direitos à uma educação escolar de qualidade, estando sempre ao lado dos professores e lideranças indígenas.

Maria Helena Fialho destacou-se na condução do Departamento de Educação da Funai ao conduzir o processo de redefinição do papel do órgão indigenista no campo da educação indígena, garantindo recursos e programas de apoio executados diretamente ou por meio das administrações regionais do órgão indigenista. Apoiou diversas iniciativas de formação de professores indígenas em nível médio e superior, de ingresso e permanência de estudantes indígenas nas universidades, de ações voltadas a crianças e jovens indígenas e garantiu, com sua equipe, a realização da I Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena. Manteve diálogo aberto e freqüente com organizações indígenas e indigenistas que atuam na educação indígena.

É lamentável que sua exoneração ocorra a menos de um mês do final do ano, conturbando a continuidade de ações as quais ela estava a frente, como articuladora e interlocutora, notadamente do processo de elaboração de novas diretrizes para a educação escolar indígena, por parte do MEC e da Funai; da finalização da avaliação independente do capítulo de educação indígena do Plano Nacional de Educação e das discussões para criação dos territórios etnoeducacionais em várias regiões do país.

Não houve até o momento, nenhum dirigente do Departamento de Educação da Funai que tenha alcançado a legitimidade e o respeito que Maria Helena Fialho adquiriu ao longo dos anos na interlocução com as comunidades indígenas e com parceiros indigenistas na busca de um melhor caminho para as práticas educacionais em terras indígenas. E é por esta razão que não compreendemos, neste cenário de transição da direção da Funai, o ato e motivos desta exoneração, que compromete o bom andamento da educação indígena no país.

Rede de Cooperação Alternativa – RCA Brasil