domingo, 15 de janeiro de 2012

DENÚNCIA FEITE A PF EM 03/11

Relato-lhes um crime de falsidade identitária,onde um indivíduo de nome Cleiton militante da causa do Setor Noroeste;passa-se por Tupinambá alegando tempo de permânencia e sítio arqueológico inexistente,podendo o mesmo vindo a ter se beneficiado no sistema de cotas na UFBA em Filosofia,sendo que o mesmo pode ser filho de Arion Da'lligna Rodrigues,um dos maiores linguistas do país,daí ter passado desapercebido;vindo a abrir precedente ante a outro conhecido por Santxiê Tapuia,funcionário da Funai,de etnia tida Fulniô,onde um estudo de lista vocabular auxiliaria em outros procedimentos para corroborar tal origem dado falar outra língua;o que ocorre que quanto a este ultimo pode vir a alegar que casou com uma índia usando tal etnônimo,enganando-a e no fim após queimarem a casa de um índio legítimo na área,apoderar-se da terra,já que alegam na Funai que conhecam a família do mesmo de Águas Belas em Pernambuco terra de Fulniô.O mesmo em Planaltina de Goiás é conhecido como cigano tendo residência de afins no município,e parentes por BSB,houve um processo de n°08620.000704/2011-58 quanto ao Cleiton dado erro de minha parte por não se tratar de funcionário,mas pode servir ao Santxiê,enquanto que a origem do Cleiton remete a Romênia,país de ciganos,onde configura-se um esquema de grilagem de terras usurpadas de um índio;a indícios de que este Santxiê seja irmão de uma avó de meia irmã minha de nome Eva onde tem-se vínculo com o Vale do Amanhecer.Para obter-se endereço do Cleiton assim como filiação e demais dados basta puxar cadastro do mesmo ante operadora no n°96219953,reiterando que há outros na UNB que não são indígenas e se passam por tal no sistema de cotas podendo até minha irmã.grato!!!
Trata-se de uma galera do Recanto das Emas,onde deixaram subir a cabeça estas questões étnicas,uma possível irmã do Cleiton de nome Tatiane mulher de Rafael Frank Tibiriça,chegou a fazer cirurgia para parecer índia,fora um tal de Olavo que se diz Wapixana,sua mãe ou é pernambucana ou piauiense moradora da ceilândia sul,Raoni diz-se Fulniô-Karipuna típico paraibano e Lisandra Santos Gusmão,sobrenome de ciganos,"sobrinha neta" de Santxiê que pode ter feito uso das cotas,mais alguns outros,Cleiton,vulgo avá miri,causou-me importúnio,gritando-me ás cegas pela rua,urge esta questão dado mudar a questão da homologação da terra,fora que Arion pode ter a ver com a fundação do PT.......
AUTOR:LEONARDO S.S.,TEL.(61)84368331


Pessoal,
Acabo de receber estes dois emails, enviado para uma lista de pesquisadores de antropologia, pelo que conheço dos endereços de alguns dos que também receberam.
Do que se trata, leiam e tirem suas próprias conclusões, mas faz acusações e afirmações polêmicas, acerca da questão indígena no Brasil, principalmente Nordeste e Brasília.
Alexandre

De: LEO WALDLÖUFER
Para: paty_gisele@yahoo.com.br; acassiasociologa@yahoo.com.br; amanayparangaba@yahoo.com.br; carmem.doloresalves@hotmail.com; consuss@yahoo.com.br; dancolibardi@hotmail.com; adeliasouto@ig.com.br; antropiic@gmail.com; glaucomachado@yahoo.com.br; bianchetti5@yahoo.com.br; jordania.souza@yahoo.com.br; laraerendira@yahoo.com.br; antropoluigi@hotmail.com; marcosdada@yahoo.com.br; monibaa@hotmail.com; pallomabr@bol.com.br; patricia.fortes@cclf.org.br; queila_oliveira@yahoo.com.br; ricardofernandes@ua.pt; rodrigo_assis23@hotmail.com; aluiziomsf2@gmail.com; queiroz.suzana@yahoo.com.br; tarcillasousa@gmail.com; tativiba@yahoo.com.br; warnav@gmail.com; acsacchi@yahoo.com.br; carmensllucia@gmail.com; lucae34@yahoo.com.br
Enviadas: Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011 14:29
Assunto: Desrespeito e insulto!!!!

Recorro a este meio,para que investiguem os processos de ressurgimento étnico vigentes neste país,principalmente no nordeste,ascendência de um dado grupo étnico nativo é normal,o processo colonizatório deculturativo,e também as escolhas dos grupos étnicos,mesmo que induzidos,fez com que,através da exclusão sócio-econômica,algumas comunidades mantivessem determinadas práticas,principalmente de subsistência,dos antigos moradores,num processo adaptativo na nova configuração societária emergente.Dado benefícios de acesso sanitário,educacional (vide cotas),jurídico e principalmente acesso á terra,indivíduos podem aproveitar-se de uma conjuntura sócio-política,para então passar-se e assumir-se como índios;apoiando-se numa remissão de cultura de determinados segmentos sociais;principalmente da IGREJA CATÓLICA,pelo CIMI,que livre disso e do trabalho tendencioso etnocida (religioso),vem auxiliando bastante á causa,claro,com seus propósitos,e de artigos de João Pacheco;vêem até mesmo á teatralizar estereótipos étnicos,muitas vezes já não mais praticados em seus locais,dado a sociedade exigi-los.Auto determinação étnica,além de uma memória comunal,não deve deixar á margem á história,pois imaginem se por necessidade todos vierem a se declarar portugueses,alemães,japoneses,italianos,etc..,seria encarado como sublevação e as consequências seriam outras,como se trata de ascendência nativa,o romance,até mesmo estatal,miniminiza o impacto.O que quero com isso é abrir-lhes os olhos quanto a subversão que estes oportunistas podem vir á causar em malefícios ante aos outros que não tem os meandros necessários para sair de suas artimanhas.Em um país continental é natural dadas especialidades,mas as mesmas,mesmo que metafísicas (supertições para a sociedade envolvente),não querem dizer;sem continuidade de vivência endo-cultural,que os mesmos sejam índios;aos que reassumem seus processos históricos,parabéns,é um novo paradigma de evolução neste país,mas aqueles que fazem uso de nossa velhacaria secular,é preciso punição e divulgação,para avisar aos demais e respeitar aqueles que morreram e vivem por seu jeito de ser,viver,sentir e agir,que ritualisticamente não deixam de ser invocados nestas "emergências",fora que oneram o auxílio aos outros,grato!!!!

Tribo Tremembé, de Almofala: índios protagonizam projeto em que a história e a memória da comunidade são preservadas

ANOEL LIMA (23/02/2006)
Tribo Tremembé, de Almofala: índios protagonizam projeto em que a história e a memória da comunidade são preservadas
Gestora do Museu dos Inhamuns, em Tauá, Dolores Feitosa é exemplo do carinho pela memória do Estado

O acervo possui para mais de 1 mil itens em exposição que contam um pouco da história da ocupação do Ceará, desde a pré-história, com registros de pinturas rupestres, armas em pedra lascada e polida, fósseis e, em especial, objetos das elites interioranas do período colonial. Além do registro histórico, revelando hábitos, fatos e personalidades do período, cada peça pertencente ao Museu dos Inhamuns, no município de Tauá, é marcada pela paixão e a atenção com a memória de seus cuidadores, o casal Joaquim de Castro Feitosa e Maria Dolores de Andrade Feitosa.

Hoje, presidente da Fundação Bernardo Feitosa, criada após o falecimento do marido, Dolores lembra com orgulho o trabalho de coleção desenvolvido ao longo de décadas pelos dois por mero fascínio e vontade de perpetuação dessa memória. "Éramos originários de famílias tradicionais. Eu, de Sobral; ele, lá dos Inhamuns. Nós já tínhamos uma convivência (com os objetos coletados). Era um assunto usual nas nossas famílias as histórias tradicionais e até os objetos que faziam parte dessa história", lembra Dolores.

A coleção começou a ser montada no início dos anos 1950, pouco depois do casamento de Dolores, inicialmente, com peças ligadas a essa história colonial que suas casas. Depois, com peças que paulatinamente iam adquirindo. "Meu marido era engenheiro agrônomo, viajava muito pelo interior, onde ele achava alguma coisa, ou que quisessem dar ou vender, ele comprava", lembra. O acervo gradualmente foi se avolumando e organizado da melhor forma possível na varanda da casa, em Fortaleza. "Morávamos na rua Monsenhor Bruno e tinha um varanda muito larga. Nós fechamos e ali fizemos um espaço, um abrigo para a coleção. Até uma espécie de cofre com visor para expor as joias nós tínhamos", complementa.

Os escritores Darcy Ribeiro e Eduardo Campos estão entre os ilustres que visitaram a coleção à época, lembra Dolores, dando a dimensão que o ato, a priori amador e caseiro, pouco a pouco tomava. Na década de 1980, a coleção já se amontoava na varanda e guardava peças de grande valor histórico, como um pilão de pedra indígena conseguido na Serra da Ibiapaba e as joias antigas da família. O tempo livre, fruto da aposentadoria dos dois, e a falta de espaço foram o motor para que no fim daquela mesma década se mudassem para Tauá, interessados em dar um novo passo na vida de um colecionador: fundar um museu.

"A gente tinha dúvida de que talvez a sociedade não entendesse o valor. Não compactuasse do valor que nós estávamos dando. Então, fizemos uma exposição em um clube. Foi uma coisa feita amadoristicamente, como quase tudo nosso é. Em dois dias, recebemos 800 visitas", conta. O sonho veio em 1989, com a cessão do prédio da antiga Cadeia Pública de Tauá para abrigar a coleção, que agora compunha o acervo do Museu dos Inhamuns.

Acervo

O museu abriga hoje, além das peças do período colonial, um vasto acervo arqueológico e paleontológico, como ossos de preguiça gigante que habitavam a região alguns milênios atrás. Para Dolores, uma mostra abrangente do que explica o que é o sertão cearense. "Nossos avós, realmente, são os indígenas. Dividimos o acervo cronologicamente. Tem uma sala de paleontologia, uma sala de arqueologia. Temos a coleção do período colonial, a sala de aristocracia rural", ilustra.

Com uma boa vivência na área e conhecedora da maioria dos museus do interior do Estado, Dolores avalia que nenhum outro tem a diversidade e relevância de peças que possuem, "exceto Sobral, que eu não chamo nem interior, viu", completa.

Apesar da relevância do acervo que possui e da sobriedade que têm sua cuidadora em articular ações, a dificuldade financeira é uma constante que assola o Museu dos Inhamuns. Aos 87 anos, 60 deles dedicado à museologia, Dolores tem ainda vigor para reclamar e cobrar atenção para o setor tanto pelo setor público quando privado.

Ela é uma das figuras bastante atuantes do Sistema Estadual de Museus, promovendo cursos de formação, inscrevendo-se em editais e buscando parcerias. O museu funciona hoje como Ponto de Cultura. "Nós temos uma significação muito grande, somos um exemplo muito bom para os museus interioranos. Mas temos uma deficiência grande de recursos humanos, embora fazendo esses cursos, as oficinas... Nós temos dificuldades principalmente da mola do mundo (dinheiro)", lamenta e completa. "É questão de amor, amor verdadeiro pelo museu", conta a gestora.

Comunidades e as casas da memória

Resgatando histórias ignoradas pelos acervos de museus tradicionais, os museus comunitários trabalham a memória sob perspectiva social, pedagógica e ideológica junto a aldeamentos indígenas, a grupos quilombolas, comunidades de pescadores e áreas de conservação ambiental. Os registros dos feitos grandes líderes e representantes das classes dominantes cedem espaço para os de homens comuns, elementos da natureza e do cotidiano dessas comunidades, que se revelam protagonistas dessa reconstrução do passado, elegendo eles próprios o que lembrar e o que esquecer. No Ceará, 20 destas iniciativas já se organizam em torno da Rede Cearense de Museus Comunitários, como uma maneira de fortalecer os projetos e dar visibilidade às suas atividades.

O historiador João Paulo Vieira, coordenador do projeto Historiando (que realiza atividades museológicas, a partir de pesquisas coletivas sobre história e patrimônio de pequenas comunidades) e membro da recém criada rede destaca algumas destas iniciativas no Estado. Para ele, os museus indígenas figuram entre os protagonistas destas novas histórias, utilizando a museologia como recurso para o reconhecimento e afirmação de suas identidades, além de preservação da cultura, sendo os museus instrumentos na luta pela demarcação de terras. "Esses grupos perceberam o poder da memória no sentido de articular e de disputar um espaço dentro das políticas públicas patrimoniais e de memória, e começam a utilizar uma invenção do dominante, do colonizador, que são os museus, para afirmarem suas existências", argumenta.

A ideia é quebrar com a postura tradicional que preserva a versão da história pelo ótica do dominante - preservando, por exemplo, o chamado patrimônio de pedra e cal, como Casa de Câmara e Cadeia, sobrado suntuosos, enquanto destrói vilas operárias e casas de pescadores - e construir coletivamente a memória dessas comunidades. "Esses museus estão tentando atribuir significados e sentidos a esse patrimônio cultural dessas populações, dessas comunidades, que muitas vezes não são reconhecidas pelo poder público, por estarem à margem dos bens que são considerados patrimônio nacionais e estaduais", reforça.

João Paulo cita o exemplo do acervo do Museu do Ceará sobre escravidão, formado na perspectiva tradicional, que traz apenas objetos dos utilizados pelos donos de escravos, principalmente ligados à tortura, como algemas, gargalheiras, o tronco e a mesa em que se assinou a abolição. "Mas o negro enquanto sujeito, os objetos de culto, do cotidiano, não estão presentes nessas exposições", observa.

Sob a proposta de incluir a perspectiva das comunidades, o próprio território que habitam vira objeto do museu. Os bens naturais como rio, árvores, o patrimônio vivo, os saberes, também são "musealizados". No acervo dos museus indígenas, é possível encontrar elementos do cotidiano, como armadilhas tradicionais para caça, objetos para pesca, tarrafas, artesanato, utensílios ritualísticos, mas também fotografias dos processos de articulação comunitária, dos saberes e fazeres tradicionais.

Pedagogia

O museu dos índios Canindé do município de Aratuba (há 128 km de Fortaleza) foi o primeiro go gênero no Estado. Criado em 1994 por iniciativa do Cacique Sotero, foi aberto ao público no ano de 2002, desenvolvendo um trabalho em consonância com a escola indígena diferenciada. "Muitas vezes as escolas indígenas não têm material didático apropriado. Têm dificuldade na execução das suas disciplinas diferenciadas e os museus se tornam um espaço onde eles podem, realmente, a partir da cultura material, a partir do acervo que está ali exposto, pensar e refletir sobre sua própria historicidade", explica João Paulo.

Outras experiências que exploram esse caráter pedagógico são os chamados ecomuseus. João Paulo destaca duas iniciativas, em Maranguape, na comunidade de Cachoeira, e em Fortaleza, com o Ecomuseu do Mangue da Sabiaguaba. "Eles têm uma trilha onde os visitantes andam pelo mangue, conhecendo a vegetação a fauna e também discutindo o mangue como o berçário da vida no mar", ilustra. Em ambos, o foco não é a memória em si, mas o trabalho ecológico e de educação ambiental.

Entre as 20 comunidades que apresentam trabalhos na área e participam da Rede Estadual de Museus Comunitários estão ainda a Colônia Z8 de Pescadores, Associação dos Moradores do Titãzinho, em Fortaleza, os índios do município de Poranga, os Tremembé de Almofala (em Itarema), Tapebas (Caucaia), além de entidades e projetos em diversas comunidades do Estado. "Já tivemos uma primeira reunião. Vamos criar um site para informar tudo o que se passa nesse processo de musealização, dando visibilidade a essas iniciativas", projeta.

FÁBIO MARQUES
REPÓRTER

Museus indígenas e comunitários no Ceará!‏

Oi João Paulo,

Boa notícia. É importante que essas experiências sejam divulgadas e fomentadas. Sobre a reunião, como é início de ano creio que nossas agendas não estejam tam cheias assim. farei o possível pra participar dessa, já que na outra fiquei impossibilitado.

Att,

Weibe Tapeba

De: João Paulo
Para: temince
Enviadas: Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012 16:51
Assunto: [temince] Museus indígenas e comunitários no Ceará!


Olá a tod@s,
Encaminhando matéria do Diário do Nordeste que fala sobre os museus indígenas e comunitários no Estado bem como da Rede Cearense de Museus Comunitários.
Abraços,
João Paulo Vieira
Projeto Historiando


http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1090980

EXEMPLO
Os milagres do santo da casa

REPASSAR , CASO VC CONCORDE - eu concordo e apoio‏

É assim que começa.

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços,e pedir a cada um deles para fazer o mesmo..
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem.. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.


Lei de Reforma do Congresso de 2011

(emenda da Constituição)


Lei de Reforma do Congresso de 2011 (emenda da Constituição do Brasil)

1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente somente pelo mandato.

2. O Congresso contribui para o INSS. Todo a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Congresso deve pagar seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário.

5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem ao povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.
A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.




Se você concorda com o exposto, REPASSE, Se não, basta apagar

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO.

Posseiro invade casa indígena na Aldeia Cajueiro em Poranga Ceará.‏***OPORTUNIDADE DE CAPACITAÇÃO DE ALTO NÍVEL EM FORTALEZA‏

Meu parente,

Como falamos ao telefone, estrategicamente voc~es de fato devem agurdar o prazo estabelecido por vocês. Amanhã cedo aguardo notícias para que possamos definir alguma medida que deverá ser adotada. Sei da importância de defender nossos direitos e interesses e tenho convicção da legitimidade de qualquer ação que vocês definirem ser a ideal nesse momento.

Att,

Weibe Tapeba
Assistente Técnico da CR-Fortaleza/FUNAI

De: jorge da silva gomes
Para: temince@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012 15:55
Assunto: [temince] Posseiro invade casa indígena na Aldeia Cajueiro em Poranga Ceará.


Posseiro invade casa indígena da Aldeia Cajueiro em Poranga Ceará.
No final do ano passado um posseiro que não morava na Aldeia Cajueiro ameaçou ir morar em uma casa onde nós povos indígenas reformamos para a ida de uma família indígena para a mesma que já era habitada por outra família que teve de sair por problemas de saúde ocasionada pela a falta e má qualidade de água. Quando fomos avisados da vida do posseiro, denominado como Manoel Velho, logo nos reunimos e ocupamos a casa e quando ele ficou sabendo da nossa ocupação o mesmo colocou suas coisas em outra casa fora da aldeia.
No dia 7 deste, sábado passado, o Sr. Manoel Velho como é conhecido nos pegou de surpresa invadiu a casa, no mesmo dia quando ficamos sabendo fomos até a casa e avisamos o mesmo que ele não poderia ficar residindo na mesma, ele falou que não ia sair.
Na noite do sábado nos reunimos todos da aldeia Cajueiro para tratarmos deste assunto delicado para nosso povo e durante a reunião decidimos dar um prazo para ele se retirar da casa. O prazo dado para mesmo se retirar é até as 8 horas do dia 10, terça-feira. Até o momento o mesmo não se retirou, já avisamos para a Funai e aguardamos a vinda do responsável pela Funai no Ceará para contribuir com o nosso povo neste sentido, pois estamos decididos a retirar o mesmo depois do prazo estabelecido.
Que a força dos nossos encantados, da mãe jurema, da mãe tamain e de Pai Tupã estejam com nossas lideranças para que possamos resolver tudo em paz. Estamos certos de que devemos proteger as nossas terras.
Precisamos de muita apoio para que possamos resolver tudo em paz.
Abraços a todos Jorge Tabajara

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CURSO DE TEATRO PARA EXECUTIVOS

O Instituto de Capacitação Business School Brasil-BSB www.BSBr.com.br está ofertando a 5ª edição do Curso Preparatório para Certificação Project Management Professional - PMP®/Certified Associate In Project Management - CAPM®.

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INÍCIO 21 DE JANEIRO 2012.

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Muitos profissionais contam com boa capacitação técnica, mas não conseguem se comunicar bem e encantar as suas próprias equipes.



A QUEM SE DESTINA:



Executivos, profissionais liberais, professores, e o público em geral que procuram melhorar suas habilidades de comunicação.



PRINCIPAIS TÓPICOS DO PROGRAMA:



•O teatro como facilitador das relações humanas e da criatividade;

•Desfazendo alguns mitos relativos ao significado da criatividade;

•A respiração e as técnicas de relaxamento como fonte de controle emocional;

•Expressão corporal: quebrando as rugas de raiz do corpo;

•Exercitando o colorido da fala: tom, ritmo e variação, para encantar, conquistar e influenciar pessoas;

•Exercitando a fala do corpo: a postura, a gesticulação, a identificação dos sinais do corpo;

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METODOLOGIA:



As 16 horas de treinamento serão desenvolvidas em caráter interativo e vivencial:

• Curso tem a proposta de desenvolver habilidades de exposição pública dos profissionais e melhorar na comunicação com as pessoas.

• Saber improvisar, se expressar bem em público e entender como os gestos e a movimentação do corpo compõem a mensagem são atributos comuns aos atores – mas que, acreditam alguns profissionais, podem ser úteis também no mundo dos negócios.

• Apresentação dialogada de conceitos.

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VAGAS LIMITADAS :



• São apenas 15 vagas disponíveis para um melhor aproveitamento do conteúdo apresentado e para garantir qualidade no processo de capacitação.

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21 e 28 de Janeiro 4 E 11 de Fevereiro / 2012, sábados, das 8h30 às 12h.



CERTIFICAÇÃO:



Será concedido certificado para os participantes



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Matrícula de R$ 287,14 + 3 parcelas 204,22



FACILITADORA:



NAZARÉ FONTENELE LIMA, graduada em Estudos Sociais, História, Especialização em Turismo. Formação Especial: Teatro e Folclore. Fundadora e Diretora do Grupo deTeatro EM CENA. Professora de teatro há mais de 30 anos. Foi Coordenadora de Cultura da Fundação Alfredo Ferreira Lage da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (MG). Professora de História, Teatro, Educação Artística, Turismo, Folclore, Oratória, em Minas Gerais e Fortaleza. Instrutora nos Cursos de extensão e pós-graduação de Teatro.

A TERAPIA DA COMUNICAÇÃO

“A língua serena é árvore de vida, 
mas a perversa quebranta o espírito.”
Pv 15.4

A língua é como o leme de um navio. Quem domina a sua língua, domina todo o seu corpo. A língua pode ser um bálsamo que alivia ou como vinagre na ferida. A língua pode ser remédio que cura ou veneno que mata. Pode ser uma fonte de refrigério ou fogo que se espalha. Pode ser árvore de vida ou tormento de morte. A língua serena é árvore de vida, alimenta, instrui e conduz pelos caminhos da vida abundante. A língua serena é a terapia da alma, um refrigério para o coração.